História

A Keiko Sports nasceu do sonho de viver do esporte.

Sonho que passou a se tornar realidade em Julho de 1988 quando iniciamos a produção de artigos de confecção para uso esportivo.

Em 1989, o sócio fundador iniciou a prática do Jiu Jitsu. Esporte pouco conhecido na época e com poucas opções de kimonos específicos. E foi assim que começamos a produzir kimonos totalmente direcionados ao Jiu-Jitsu, buscando sempre o melhor desempenho e performance. Esta passou a ser a nossa obsessão.

Vestimos os principais lutadores da história dessa arte que tanto amamos e temos muito orgulho de ter participado da expansão do Jiu Jitsu pelo mundo durante todos esses anos.

Nossos produtos estão presentes em mais de uma centena de países. Acreditamos que:

“Sonho que se sonha só é só um sonho. Sonho que se sonha junto é realidade.”


Empresa

A Keiko Sports conta hoje com uma sede na cidade de São Paulo onde temos o departamento comercial, administrativo e parte da produção.
No  interior de São Paulo, está o nosso parque fabril onde são produzidos os kimonos que são direcionados aos nossos colaboradores utilizando maquinários de última geração.

No Arizona, USA, está localizada nossa base de distribuição para a América do Norte. Contamos hoje com  a mais completa variedade de produtos voltados para o Jiu Jitsu, desde de kimonos, faixas, rashguards até camisetas, bonés e outros acessórios.


KEIKOGI: ROUPA DE TREINO
Muitas pessoas já ouviram falar em Kimono [着物] e, de fato, é bem comum vermos as pessoas (inclusive alguns instrutores) referir-se ao uniforme das mais diversas artes marciais por tal termo que se popularizou. Contudo, não se usa Kimono [着物] nem no Judô, Jiu-Jitsu, nem em nenhuma arte marcial, seja ela de origem japonesa ou não.

- Ki [着] - Vestir, usar (roupa);
- Mono [物] - Coisa, objeto.

Kimono (着物) é uma vestimenta tradicional japonesa, usada por mulheres, homens e crianças. A palavra “kimono” significa “coisa para usar” (ki = “usar” e mono = “coisa”). Portanto, é a roupa de uso diário no Japão, assim não é correto nomear a roupa de treino de qualquer arte marcial como Kimono.

É certo que os Samurais utilizavam uma vestimenta que lembra o kimono por baixo de suas armaduras chamadas de Ō-Yoroi (“Grande Armadura”, 大鎧). Tal roupa era formada pela shitagi [下着], a parte de cima, que era amarrada com a Obi [帯], o cinto ou faixa, e a parte de baixo que compreendia a Hakama [袴], uma saia-calça, tradicionalmente usada por homens. Atualmente é usada por praticantes de algumas artes marciais como o Aikido e o Kendo.

Desta forma, é correto chamar o uniforme ou roupa de treino das artes marciais de origem japonesa de Keikogi (稽古着 ou 稽古衣, Keikogui) que significa “uniforme de treinamento” (keiko = treinamento, prática; gi = roupa). Sendo um uniforme para prática de artes marciais, não consiste de kimono, mas sim, de uma vestimenta específica para cada modalidade. A palavra “Keikogi” é erroneamente substituída somente por “gi”, essa substituição é errada por que “gi” não apresenta o mesmo significado. Uma substituição correta seria “Dogi” que significa “o uniforme usado no caminho” da arte marcial de sua escolha pois se você colocar o nome da arte marcial no lugar de “do”, você obtém exatamente o significado de dogi (judô-gi, caratê-gi).

- Aikidogi (合気道着 ou 合気道衣, de Aikido) normalmente usa-se uma hakamá.
- Judogi (柔道着 ou 衣, de Judô)
- Jujutsugi (柔術着 ou 柔術衣, de Ju-Jutsu)
- Jiujitsugi (柔術着 ou 柔術衣, de Brazilian Jiu-Jitsu)
- Karategi (空手着 ou 空手衣, de Karatê)
- Kendogi (剣道着 ou 剣道衣, de Kendô), normalmente usa-se uma hakamá.




Assim, para as artes marciais específicas existem roupas específicas, ou seja, praticantes praticantes de Judô [柔道] usam Judogi [柔道衣], os de Brazilian Jiu-Jitsu usam Jiujitsugi [柔術着] etc... Gi [衣] neste caso significa “roupa”.

De uma forma geral e abrangente podemos chamar o uniforme de Keikogi [稽古衣] ou Dogi [道衣].

A expressão Keikogi [稽古衣] sendo:
- Keiko [稽古] - Prática, treino;
- Gi [衣] - Roupa.

A expressão Dōgi [道衣] ou Dōgi [動衣], dependendo do Kanji [漢字] utilizado, pode ser traduzido de duas maneiras diferentes:
- Dōgi [道衣] - Roupa do caminho, da via;
- Dōgi [動衣] - Roupa de movimento, roupa de treino.

O Keikogi ou Dogi divide-se, de uma forma geral, em três partes:
- Uwagi [上着] - Parte de cima, casaco;
- Shitabaki [下履] - Parte de baixo, calças;
- Obi [帯] – Cinto, faixa.

Outras partes que compõe o uniforme para o treino são a Eri [襟] = gola, Naka-eri = Meio da gola, Oku-eri = Fundo da gola, Ushi-eri = Atrás da gola, Sode [袖] = manga, Sodeguchi = abertura da manga, Shita = parte de baixo do Uwagi, Himô = Fio (Shitabaki); ainda há a Zori = Sandálias de palha e a Geta = Sandálias de madeira (deve-se usá-las ao sair do dojô a fim de não entrar no tatame com os pés sujos).

Sabe-se que a partir de 1886, os Yūdansha [有段者] (“Aquele que tem nível e grau”) começaram a usar “cintas” pretas com Kimono [着物], pois nesta época ainda não existia o Keikogi [稽古衣] ou Judogi [柔道衣]. Foi em 1915 que o Keikogi ou Judogi branco tradicional foi introduzido por Jigoro Kano em seu Dojô; em seguida, o keikogi passou a ser usado pelas outras artes marciais.

O Keikogi branco, imaculado, representa a nossa mente que deve estar limpa, pura. O branco reflete todas as cores. Essa cor indica que o seu portador ainda possui a ingenuidade e deve procurar a purificação e transformação, diante do infinito. É a cor síntese do arco-íris, associada ao sagrado, pois simboliza paz, pureza, perfeição. Assim como uma tela em branco esperando para ser pintada.

Entre os samurais, o branco era um símbolo de pureza e morte. Os samurais utilizavam o branco sob a armadura para demonstrar que estavam dispostos a morrer no campo de batalha.

Em competições e demonstrações de algumas artes marciais, os lutadores podem usar uniformes diferentes, de cor azul, vermelho ou negro, apenas com a finalidade de se diferenciar mais facilmente os movimentos de quem aplica (Tori) e de quem recebe (Uke) a técnica; em alguns casos, utiliza-se uma faixa de cor diferenciada da dos competidores, quando ambos estão com um keikogi de mesma cor.

A Faixa corresponde ao nosso caráter (ela nos envolve de responsabilidade); o nó é o nosso respeito, nosso compromisso (por isto, nunca devemos desamarrar nossas faixas em frente aos mestres).



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